a brincadeira acabou, mas ainda tem texto para se perderem..

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

ele ela

Ele não é uma garota
mas eu quero ele,
ele nao é a mais bonita,
a mais esperta,
a passiva, ou o abraço
quente de um menina,
que eu quero.
ele não é minha,
nem menina.
mas eu quero.

e isso nao se concerta,
e isso me deixa para baixo.
entao vou mascar um chiclete gigante
para me distrair
, para te esquecer,
porque eu quero uma mulher.


- cro

Na

Na madrugada
na noite
no nada
nas letras
nas linhas
nas entre-linhas
no sorriso
ou não.
A incerteza,
um incentivo
na madrugda,
no vidro.
na rima, ou
não.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

ocasiao

porque coração, porque dói?
por que sofres tanto?
porque deixas-se levar por qualquer ocasião?
porque sofres por tudo que lhe parece bonito e acabas?
porque lagrimas caem, quando digo-lhes nao
porque coração, porque deixas-se levar por
qualquer ocasião.
poque coração,
sofres por qualquer ocasião, se sabes
que dó, e machucames com lágrimas.
cada choro, e sentimento de coração,
mesmo sendo iludido, simples ou novo
choras, por qualquer
ocasião


cyro

aconteceu

nao, nao! mas me doi o peito
querer vce, e você nao me responde
nao, nao! mas me doi o peito
nao ter resposta, e eu
apostando num não, que me machuca
e muito, me doí
em lágrimas, e em dor,
fisica, e psicológica, e dói
eu sempre quis,
de cabelo cumprido
curto, eu sempre quis,
nao foi eu, simplesmente
acnteceu.

cyro cavalcante

domingo, 13 de novembro de 2011

Natal

  • aaaaah, o natal
  •  as luzes piscantes, verde e vermelho
    a estrela na ponta da arvore
    e o papai noel a espera da vespera
    para entrar e deixar lá os presentes
    presentes que a gente nem imagina,
    ou que sabemos de cor

sábado, 12 de novembro de 2011

diverlho

voce despreza tanto a diversão
que me parece errado fazer algo inutil
como se nunca devemos nos divertir
e encontrar a a diversão
dentro do trabalho, sempre

mas ontem eu escutei outra conversa
e isso me ajudou, a me libertar
da sua pressão, e não ligar.



fader

sábado, 5 de novembro de 2011

para dias quentes, após dias de frio.

esse solzinho delicioso que vai segurar as pontas por aqui, vai derreter o gelor de meu peito da agua que me jogaram no frio. esse sol, que por mais que eu fuja - do bronzeado -, que vai esquentar a terra, e fazer nascer das ervas as arvores, das novas, aos verdes naturais e belos do sol, e por fim, uma noite quente - espero - para sair de shorts e sorrir igualmente, com o sol em lua cheia sem nuvens para apagar.