a brincadeira acabou, mas ainda tem texto para se perderem..
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domingo, 26 de dezembro de 2010

Fim do natal

jah nao é mais natal
os sorrisos se foram
os sinos calaram
e o natal mais um ano chega no fim

as ruas secam, os bonecos de neve
desseram, os trenos já sem ultilidade
nasce as flores, o sol chega, e o mundo mudo
sem canções, sem fogueiras
apenas céu lindo, estrelado...
e o canos dos passarinhos admirados

Já nao é mais natal
os sorrisos se foram
juntamento cm os sinos, que se calaram
e o natal mais um ano chega no fim

a cor verde e vermelha se apaga.
os corpos antes gordos, de chocolates
agora magros e com a boca queimada levemente
pelas frutas citricas do verão

e no fim se percebe que o inverno do tanal
acabou-se cedo. e que na realidade os flocos molhados
eram enfim, gotas passadas, de suor veronio.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Natais Natalinos

Os meus natais, já foram mais natalinos
Os sinos, tinham outro som
Acordava com musica, acordava cedo, e ansiosa
Hoje já sei todos os meus presentes
E o doce sorriso da surpresa não existe mais
Meus natais já foram mais natalinos,
Já montei arvore, já coloquei meia na janela
Hoje, minhas meias estão em meus pés
E minha arvore, são pequenas plantas,
Mortas todas, por esquecer-me de regar
Meus natais já foram mais natalinos,
Com um gordo papai Noel barbudo,
Ou como costumo chamar hoje: Pai, tio, ou avô.
Natais ilusionários, aqueles natais em qual
Eu podia jurar que vi papai Noel
Estacionando suas renas, quando era apenas uma estrela cadente.
E o meu pedido, era o presente que escrevi na carta,
A carta que dei a meus pais, para eles entregarem ao papai Noel
Ou eles irem a um shopping comprar.
Hoje, não escrevo mais, não juro mais inocência
Hoje, não tenho natais ilusionarios,
Hoje não acredito em renas com narizes vermelho
Simplesmente natal.
Dia vinte quatro, do doze. Simplesmente natal.
Mais um feriado capitalista.

domingo, 28 de novembro de 2010

É quando refletimos

É quando chegamos em casa
É quando refletimos
É quando entendemos
Ou é quando nada
Deitas na cama e finalmente relaxa
Depois de um dia ensolarado e quente.
É quando dizemos tchau para as preocupações
Escutando um reagge,

E é quando chegamos em casa
Que nos deitamos juntos, depois de uma janta
Um sorri para o outro,
Um violão, um aceso, e apenas canções

É quando refletimos
Que lembramos, que a gente descobre muitas coisas
É quando com um aceso, nós pensamos
E por fim...

É quando entendemos o que estamos fazendo
Ou quando entendemos o porque de não estar fazendo
Com um aceso e um sorriso no rosto
Eu me viro e digo:

Cantado com um violão
Tocando um reagge, e implorando para Jah
Querendo paz, queremos relaxar
Enquanto do outro lado, o que e nao vemos
Sabemos. Mas sabemos.
Que do outro lado do mundo
O que há dor. E é triste.


É quando chegamos em casa
É quando refletimos
É quando entendemos
Ou é quando nada
Deitas na cama e finalmente relaxa 
Depois de um dia ensolarado e quente.
É quando dizemos tchau para as preocupações
Escutamos um reagge

Mas entao lembramos, e temos de conviver
Com a realidade ali triste.
O mundo que foge da chuva
Enquanto eu deito no chão
E deixo que leve. Com um aceso.
Que leve a fumaça, que leve todo o escuro
É quando chegamos em casa...
Com um violão tocando um reagge

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Meias Vermelhas Vazias

São toques nas teclas do piano, e notas tocadas com calma.
Você lembra-me a mim,
Eu disse que precisava disso
Eu vou até você para poder ver.
Bom, eu não sei como fazer.
Talvez precisemos de alguém
Para sermos crianças novamente
E o natal está ai,
Sem nada em minhas meias vermelhas
E minha mente está vazia, outra vez
Sem mais mentiras
Eu não aguento isso
Eu nunca soube lidar
E meu coração está quebrado
Minha memória está vazia,
E no futuro, meu passado
Será um natal vazio
Talvez a unica chance será
Se voltarmos a acreditar em papai noel
Escrever uma carta para ele
Sem mais mentiras
Eu não quero ter medo
E não sei mais quando
Esse será meu único natal...

sábado, 6 de novembro de 2010

Eu achava...

Eu achava que de tudo sabia
Hoje sei que sei apenas nada
Que passo de uma 5%
Uma bonita menina que
Aqui está para desigual ser
E sem saber nada...
De tudo saber.

Eu sabia de tudo
Hoje sei que tudo, sei nada.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Você e eu. você


Eu quero sentir  ele entre minhas veias, que segurar em seu cabelo encaracolado, quero sorrir em sua boca, quero chorar vendo ele. Chorar de belo, a emoção de encontrar uma segunda beleza tão alta quanto a minha própria, e poder senti-la em mim.
Eu preciso sentir. Eu preciso ver, tocar... É irresistível, tem sabor na linha boca, suas costas, seus corpo, que eu mal tive a chance de ver. O rosto que eu só pude entre seus cachos negros ver.
Não sei como tu és, não importo como seja, eu já sei que é. Dono da segunda beleza do mundo. O mais próximo que a perfeição conseguiu chegar, em dois corpos, o masculino, e o feminino. Há outros seres, também, há seres belos ou mais.
Mas a perfeição é unica, e por mais difícil de vê-lá. Pode-se sentir, facilmente ao conectar. Todos acham, e procuram a perfeição, na beleza. Mas ela está mais escondida que isso. Algo tão raro, não se dá ao luxo de tamanha facilidade. Aqueles poucos seres que conseguem ver. Sentem a verdadeira perfeição, na aparência.

Biografia

Aquilo que meus olhos dizem, que reflete em meus lábios, você sabe eu sei, mas é bem mais facil acreditar na mentira. Escritora falida, desenhista desconhecida. Sem qualquer tipo de dom, mas a procura de um. Quem sabe meu dom seja escrever palavras sobre as pessoas, sobre mim, palavras confusas que só as lendo como leio, é capaz de achar um sentido. Louca, sábia, Normal. digo normal para ser louca. Sábia nada. de nada sei, se soubesse não estaria aqui. O melhor de tudo é não saber.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Lugares

Primavera ou verão, aquilo que me aparece ao sorrir do sol, do dia, para mim, alegre alma perdida em pensamentos um bela flor, uma bela cor Ou apenas o dia para me fazer sorrir Uma bela tarde, para acordar, daquele cochilo depois do almoço sabe? Um aviso para aquele dia O acalmar do sol, é a hora de se esctar, algo além do bico, o som, o banho dos passarinho O modo sorvete de se misturar as nuvens azuis, o sol se quebra como espelho mas as lágrimas continuam lá, paralizadas, e nada se espera, a conversa flui e a saudade com o tempo fica, quieta. até um azarado tocar em sua firida, jogar-lhe algo que lhe provoque acidez alguma hora, em algum lugar, algum tempo, algum moment, que se perde no verde, descobre-se que aquele passarinho azul, na verdade era uma borboleta

sábado, 18 de setembro de 2010

Um reagge, Um campo, Um presente

Eu fico no reagge, nesta tarde de noite chuvosa e triste,
Minha boca fechada, ainda nao disse uma palavra,
Minhas mãos batendo forte no computador, e,
Tudo o que eu mais quero é sair de casa para andar.
Para fumar, para relaxar.

Eu fico no reagge, e sentada na cama viajando sóbria,
No passado, e no futuro. Jamais o presente.
Porque o presente, a gente, só sente.
No futuro a gente sonha, e no passado
Lá, é onde ficam as sensações.

Então eu me entrego ao reagge, e fico na minha
De olhos meio fechados, e balançando de um lado para o outro,
Sem sequer, perceber.

Eu fico olhando para me armário,
Imaginando um campo aberto, um belo campo aberto.
Atibaia, bananal, cavalos, natureza, guarita. Tudo se junta,
E graças a deus vira um só. Um único e feliz futuro-passado
Que nao reflete no atual presente. Eu nao sinto, só desejo.
E agora eu sei o que, eu sei, com quem, eu sei como.

Então fico aqui no reagge, imaginando uma tarde naquele lugar,
Olhando o horizonte, o sol se pondo, e a natureza, ao meu redor,
Em minhas mãos, em meus olhos, em minha mente, e você.
Só você, ao meu lado, escutando um reagge, segurando minha mão
E a nossa frente, aquele futuro incansável, que seria nosso
Todas as tardes, as noites, e as manhas,

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A profecia, da lua

O silencio me como via. Estava na lua a 74 anos atrás, ou 35, vocês escolhem. Há! E o porque disso é porque eu estava em uma nave á uma velocidade insana! Enfim, tínhamos de ficar um tempo examinando a lua, então dia 24\12\2012, sentimos um aumento na temperatura grande, ficamos em alerta, mas nada aconteceu, até que em uma hora de edesconço, a gente sente algo como um vento, e saímos da nave para viver.
A Terra. Foi a cena mais linda, frustrante, triste, da minha vida, mas foi lindo, apaixonante, não sai de meus sonhos até hoje. Uma fumaça preta, cinza. Um borrão redondo colorido, quase como um arco-íris de cores quentes. Triste, na hora me veio a lembrança, meus filhos, minha mulher grávida. Mas logo me veio a desilusão, todos haviam morrido, amigos, família, colegas, chefe. Então logo me ocorreu “como vamos sair daqui?”.
O único barulho que ouvia era da minha respiração forte, e triste. Não falei, aquilo tão forte, tão intenso, e num silencio irritante, triste, e belo. Queria escutar o som para acreditar, queria imaginar que isso fosse uma nuvem colorida,mas ligo me veio a data.
A profecia, falei em uníssono comigo mesmo. Uma única, - lembro-me perfeitamente de seu cheiro – salgada, e triste.
Não sabia de que estava chorando, se era o fato de não ter uma câmera em minhas mãos, ou pelos que eu amo mortos.

domingo, 5 de setembro de 2010

Floripa

Um lugar aberto, uma noite escura
Ventos altos e rápidos, uma ponte
Do outro lado: campo, terra, um barco
No certo um pequeno rio fundo e escuro.

Você anda, passa por ele pela ponte
A noite está fria, o sussurrar do vento dói.
Arde, em seus ouvidos. Você não pode parar
Há um campo fechado, escalável,
Um carro enferrujado, pneus perdidos e murchos

E há o lago, já não no centro, agora atrás.
A lua coberta pelas nuvens da madrugada,
Ninguém está a esta hora acordada.
Existe você, e o narrador.
Uma cabaninha, caiaques, remos, pedra,
Vento, medo, agua e terra.

sábado, 19 de dezembro de 2009

O que esperar de 2010?

2010 será meu 2009. Esperarei mais responsabilidade, saúde, amor e liberdade.
Torcerei para boas notas.
Estudarei para que em 2011 consiga que quero!
Para que com isso, em 2013, esteja estudando feito uma loca numa faculdade genial como eu!


Espero de 2010 mudanças. Novos. Novas.
Esperarei de 2010 uma chance ;)