é engraçado observar
o que me faz de fato viver
a importância dada a qualquer coisa.
todos são bons
alguns menos importantes,
que outros
e alguns mais importes
eu outros.
por qualquer milimetro de som
qualquer palavra de franqueza
ou súbita morte, a francesa sabe?
aquele que prende sua respiração
minutos s minutos
e quando os ouvidos gritam
sugando ar,
você os tampa com algodão
com o tempo, o desespero se desfaz
a morte lhe chama, e você a deseja
sente sonolento, e começa a sonhar
você fecha os olhos mas ainda enxerga
um paraíso de lama, há varias pessoas
e todas elas giram,
você então gira como elas
e fica lá, girando até morrer a alma real.
arlon
a brincadeira acabou, mas ainda tem texto para se perderem..
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sexta-feira, 16 de março de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
Ai meu deus
meus pes formigaram,
minha coluna arrepiou-se
meu corpo esquentou-se
minha atenção se voltou para uma unica coisa,
a musica parou de repente - é serio!
e então parei de respirar por um curto-longo segundo.
a respiração voltou dificil, e com a boca.
a musica já havia voltado,
e de novo meus pés formigaram
minha coluna arrepiou-se, esticou-se
e o arrepio desceu pelas pernas!
O corpo esquentou-se.
minha coluna arrepiou-se
meu corpo esquentou-se
minha atenção se voltou para uma unica coisa,
a musica parou de repente - é serio!
e então parei de respirar por um curto-longo segundo.
a respiração voltou dificil, e com a boca.
a musica já havia voltado,
e de novo meus pés formigaram
minha coluna arrepiou-se, esticou-se
e o arrepio desceu pelas pernas!
O corpo esquentou-se.
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FRTAÇÃO
Essa gravidade que nos entope de limites
a gravidade que nos cega as barreiras
e nos fazem topar num invisível vidro de mármore,
mármore porque dói,
por isso gosto da agua, mesmo gelada.
sem gravidade, mas há pressão, mas,
a ignoro com um nó no coração
que pode ser esmagado a qualquer momento
por isso, por aqui, por um metro e maio a mais, ou a menos, quem sabe?
ESSA GRAVIDADE FRITA que nos derrete.
a gravidade que nos cega as barreiras
e nos fazem topar num invisível vidro de mármore,
mármore porque dói,
por isso gosto da agua, mesmo gelada.
sem gravidade, mas há pressão, mas,
a ignoro com um nó no coração
que pode ser esmagado a qualquer momento
por isso, por aqui, por um metro e maio a mais, ou a menos, quem sabe?
ESSA GRAVIDADE FRITA que nos derrete.
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sábado, 10 de setembro de 2011
milow you dont know
As vezes eu olho fotos,
e não me reconheço, porém
vejo o que quero ver,
e o fato mudou, o cabelo,
os gostos, as roupas
e sempre procurei isso
eu quero saber, eu quero saber
tudo o que eu puder sobre mim.
e não me reconheço, porém
vejo o que quero ver,
e o fato mudou, o cabelo,
os gostos, as roupas
e sempre procurei isso
eu quero saber, eu quero saber
tudo o que eu puder sobre mim.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
gostava
eu gostava de me apaixonar,
gostava daquela dorzinha no peito,
insuportável.
mas insuportável também,
é não senti-la.
eu gostava de me apaixonar,
do peito prensado por um peso, e
o ar passando em cócegas.
eu gostava de escutar ben harper,
eu gostava de criar estórias,
histórias.
B.B.I h.T
gostava daquela dorzinha no peito,
insuportável.
mas insuportável também,
é não senti-la.
eu gostava de me apaixonar,
do peito prensado por um peso, e
o ar passando em cócegas.
eu gostava de escutar ben harper,
eu gostava de criar estórias,
histórias.
B.B.I h.T
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
limpando a alma.
eu consigo transformar,
seus sentimentos mais profundos,
e intelegiveis, em letras.
palavras, contos, e realidade.
eu consigo me expressar muito bem.
abrir meu peito, abrir o seu,
eu lhe falarei muitas realidades.
lhe ajudarei a encontrar a verdade;
seus sentimentos mais profundos,
e intelegiveis, em letras.
palavras, contos, e realidade.
eu consigo me expressar muito bem.
abrir meu peito, abrir o seu,
eu lhe falarei muitas realidades.
lhe ajudarei a encontrar a verdade;
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ERRANDO
a primeira vez a gente nunca erra,
depois dela, erramos sempre.
erramos uma vez, e entramos:
numa situação de acertos,
e mais acertos!
depois, você erra de novo.
mas erra porque não conhece,
passa pelo erro, e acerta, acerta
e acerta de novo. até..
Errar novamente. E então,
entrar em outra situação
de mudar, de situação.
Cada erro é uma mudança,
não de ato, não da cena,
mas sim do comportamento.
Mas fazemos de erros,
punições...
Fazemos de erros,
tapas...
Fazemos de erros, erros.
E o processo se inverte.
Mas não por estar errado,
mas por ser o outro lado do certo.
A final sem o errado jamis o certo,
existiria.
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
Tum tum...
Os pensamentos vem como guerra,
atiram-se contra nós,
e se perdem no caminho em nossas mentes
eles entram enchendo-nos
e saem devagar pelos pés.
Treme, tremor, chaqualha-me,
é o que eles pedem, eles fazem.
Mexam-se façam de tudo para sair.
Eles imploram.
Outro som:
tum, tum, tum
tum, pah, tum, pah,
tum, cleck, pum, tum,
tum..
e diminuem o ritimo,
aceleram, mais rápido!
e de novo o:
tum, tum, tum
tum, pah, tum, pah,
tum, cleck, pum, tum,
tum...
Os sons cada vez mais rapido,
os sons a diminuir,
os sons a se multiplicar,
um carro, uma batida
um molho de chaves caindo no chão
a porta se trancando, um peido no banheiro.
Uma mola estourar do colchão
e de novo o:
tum, tum, tum
tum, pah, tum, pah,
tum, fiiiu, pum, tum,
tum..
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