as coisas se passam tão rápido
e nem chegaram na metade da metade...
só uma ansiedade.
o que seja do agora,
se no futuro nada existe a mais?
aprendizagens, é a unica que sobra.
mas e as risadas?
e as sacanagens?
e as brincadeiras?
as saudades?
os amores?
tudo some, e desaparece.
e fica lá, e é tão dificil se despedir.
desligar-se de uma parte de ti.
desligar-se de você.
esquecer-se por completo:
olhar no espelho e nao reconhecer.
nao por estar errado,
só diferente,
o cabelo, o sorriso, o formato do rosto,
o brilho dos olhos, as roupas, as cores.
e mesmo assim:
o sol brilha sempre o mesmo.
a brincadeira acabou, mas ainda tem texto para se perderem..
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quarta-feira, 21 de março de 2012
Estranho Normal...
Você me dá vontade de escrever,
Parar, e..
Não pensar, as vezes até
observar.
Me dá nervoso,
um troço.
Me sinto 'estranha' com você
e esse estranho pode ser, normal.
Lili
Parar, e..
Não pensar, as vezes até
observar.
Me dá nervoso,
um troço.
Me sinto 'estranha' com você
e esse estranho pode ser, normal.
Lili
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terça-feira, 13 de março de 2012
Duas ou Tres, as vezes Uma
Desejar tanto
em nada.
Sem rima,
ou regra.
Apenas desejas...
Sorrir ou
nao sorrir,
mas nunca
invejar.
Sorrir ou
nao, mas
tentar nao chorar.
Desejar tanto
em nada.
O inexistente,
romântico e
apático como
o branco
no branco.
A luz queimada
e um cego:
um nada.
Indiferente.
em nada.
Sem rima,
ou regra.
Apenas desejas...
Sorrir ou
nao sorrir,
mas nunca
invejar.
Sorrir ou
nao, mas
tentar nao chorar.
Desejar tanto
em nada.
O inexistente,
romântico e
apático como
o branco
no branco.
A luz queimada
e um cego:
um nada.
Indiferente.
sábado, 10 de março de 2012
A mente que se flui, ou nao
O pensamento que flui,
e se vai,
(in)telegivel, ou não;
conciente ou nao.
A mente que se vai, e vai,
os questionamentos, o passado
os risos os choros, tudo
ou nada as vezes.
Só olha, inconciente...
Observa sem ver, sem sentir.
Só vive, aquele momento, desligado.
O pensamento corre parado,
ele se vai, mas nao se ouve,
nem eu, nem você
e se vai,
(in)telegivel, ou não;
conciente ou nao.
A mente que se vai, e vai,
os questionamentos, o passado
os risos os choros, tudo
ou nada as vezes.
Só olha, inconciente...
Observa sem ver, sem sentir.
Só vive, aquele momento, desligado.
O pensamento corre parado,
ele se vai, mas nao se ouve,
nem eu, nem você
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Mais que Alegia e Amor
hehehe, a vida nao é só amor nao!
hehehe, nem alegria, nem a tristeza!
a vida é muito mais que tudo isso.
a vida é muito mais que uma rizada, ou
uma lagrima que seja,
são varias lagrimas,
sao várias rizadas,
e a vida não é só amor não.
tem muito mais que isso.
tem a vida, você se lembra?
hehehe, nem alegria, nem a tristeza!
a vida é muito mais que tudo isso.
a vida é muito mais que uma rizada, ou
uma lagrima que seja,
são varias lagrimas,
sao várias rizadas,
e a vida não é só amor não.
tem muito mais que isso.
tem a vida, você se lembra?
domingo, 29 de janeiro de 2012
Já Tava Assim
eu nasci nesse mundo,
nao porque eu quis,
mas porque eu tive!
já nasci aqui, com tudo isso!
tive simplesmente que aceitar
e viver aceitando,
mas cansei, mas cansamos
se vocês nao vao me ouvir
eu sou quem nao vou ouvir vocês!
o povo manda,
o governo faz, isso é certo!
o governo faz,
o povo lambe e paga, isso é errado!
nao porque eu quis,
mas porque eu tive!
já nasci aqui, com tudo isso!
tive simplesmente que aceitar
e viver aceitando,
mas cansei, mas cansamos
se vocês nao vao me ouvir
eu sou quem nao vou ouvir vocês!
o povo manda,
o governo faz, isso é certo!
o governo faz,
o povo lambe e paga, isso é errado!
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
nascimento do sol
ver o nascer do sol, nem que seja sozinha ou com você qualquer.
só um cantinho para olhar, sozinha ou com alguém, o sol nascer,
apenas porque ele me viu nascer, e deve ter te visto também
então: ver o sol nascer ali, lá no baixo alto a flutuar,
enquanto a terra gira ao seu redor, e ao seu redor.
assistir o sol nascer como ele nos vira sair da placenta.
só um qualquer lugar onde olhamos, para a frente, e
o feiche de luz passe ao contrario, na verdade,
para nossos olhos.
só um cantinho para olhar, sozinha ou com alguém, o sol nascer,
apenas porque ele me viu nascer, e deve ter te visto também
então: ver o sol nascer ali, lá no baixo alto a flutuar,
enquanto a terra gira ao seu redor, e ao seu redor.
assistir o sol nascer como ele nos vira sair da placenta.
só um qualquer lugar onde olhamos, para a frente, e
o feiche de luz passe ao contrario, na verdade,
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Segundos de Desespero.
Contar até 10, soltar algumas lagrimas
tremer, sentir friu - mesmo com calor
Contar até 100, saltar rodando em volta de si,
continuar tremendo, e secar os olhos
para de escrever, secar o coração e acalmar.
Para de pensar, diminuir o ritmo dos dedos no teclado.
Ser trouxa, sangue ruim,
Ser otária, sangue podre
Vomitar a comida do jantar.
Vomitar bili.
Vomitar qualquer coisa que tiver até sair seu figado.
Descer e roubar uma cerveja do seu avô.
Vou lá e jah volto.
Voltei, bebi, agora tremer.
Respirar com o nariz zoado
Limpar o nariz, pingar remedio
O sono foi embora, descer e tomar uma taça de vinho
Ou quem sabe um copo de vodka pura.
Vomitar a comida do almoço
Vomitar o sentimento
Sentir nojo, e te jogar no lixo.
tremer, sentir friu - mesmo com calor
Contar até 100, saltar rodando em volta de si,
continuar tremendo, e secar os olhos
para de escrever, secar o coração e acalmar.
Para de pensar, diminuir o ritmo dos dedos no teclado.
Ser trouxa, sangue ruim,
Ser otária, sangue podre
Vomitar a comida do jantar.
Vomitar bili.
Vomitar qualquer coisa que tiver até sair seu figado.
Descer e roubar uma cerveja do seu avô.
Vou lá e jah volto.
Voltei, bebi, agora tremer.
Respirar com o nariz zoado
Limpar o nariz, pingar remedio
O sono foi embora, descer e tomar uma taça de vinho
Ou quem sabe um copo de vodka pura.
Vomitar a comida do almoço
Vomitar o sentimento
Sentir nojo, e te jogar no lixo.
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domingo, 8 de janeiro de 2012
Monologo:
- Nunca pensei que pensaria assim por mulher, por você. Nunca pensei, mas quando pensei, pensei que já tinha pensado. Não em você, é claro. Mas nesse fato, diferente – ou não – de gostar de mulher, também.
Foi numa noite de necessidade extrema, que deixei transparecer qualquer desculpa, com homem ou sem, para beijar alguém, assim do mesmo sexo que eu. Voce foi minha primeira, sabe? Mas era só isso. A chave da portinha que se abria para o paraíso.
Você sonhava comigo, desde meus treze anos, e agora com dezesseis, e você com vinte dois. Uma boa diferença, duas mentes longes, longes mesmo. Mas o começo da história na verdade foi no réveillon; o primeiro de 16 que foi bom, mas o primeiro em 16 que foi em vão.
Deixei me levar por você, deixei me levar pelo seu sentimento, achando que havia uma certeza, um chão. Mas então me contam, que com dezesseis não se tem chão, não se tem nada além de, é claro, de nada.
Mesmo quando nada, pode-se ser muita coisa, até. Não muita, mas alguma...
Enfim, deixei espaço para você preencher, com algum sentimento, com algum prazer. Sabe. Mas eu não sabia da tua insegurança, da tua ansiedade, e do que estava a preencher meu coração com sentimento real, só algum um espaço físico e visível, sentimento mental, Não físico... Mas era, bom e eu gostei, assim, quando deixei.
Deixei então meu coração aberto para você entrar, e você entrou, e quando estava a fechar o zíper de meu peito, para guarda-la lá. Senti um emperro. Era sua mão, ou seu dedo, ele chamou minha atenção e então eu perguntei, e você, - e VOCÊ -, disse não. Você saiu assim pulou, mas no começo até deixou, algum dedo, alguma mão, para afagar meu coração. Mas não adiantou de nada enfim, pois a racionalidade toma muita conta de mim.
Eu disse, eu deixei, eu te falei, até quase insisti, te expulsei, por que apesar de me fazer sofrer, é o melhor para ela, e para você. Pode ser suicido mental, pode ser correto, ou não, apesar de eu achar que é o correto e não ser um suicídio, digo que é pois.... dói de mais em mim, abrir assim, em pleno ano novo uma porta de um relacionamento, que durou nada mais que quatro dias, nada mais que um descobrimento para você, e não para mim.
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domingo, 20 de novembro de 2011
Cyro Cavalcante
eu imagino que você nao tenha mais o que falar
que na tenha mais o que chorar
que isso fora o ápice da tristeza.
o cumulo da violência
e bem em seu coração.
eu queria que você tivesse me escutado,
mas nunca é tarde pra reconhecer,
a verdade,
ela está ai para você
e vai cuidar de você
assim como eu quero cuidar de você.
sabe, a vida é assim,
mas só essa vida é assim,
o que vai te acalmar o peito
será o que você vai descobrir
mas só quando eu te contar, e você
abrir o coração, para escutar
com a verdade, e então
você poderá se acalmar.
escute aqui, ou leia apenas
eu posso ser uma das fechaduras -
sendo você a chave -
para você voltar a ser feliz,
nao a mim, é claro
mas te mostrar que isso nao acabou.
e colocar, então, um sorriso no seu rosto
e um lenso em seu peito;
menino jamais perca seu sorriso
jamais perca a cabeça
que por mais que tudo seja
sempre será por alguma razão.
e eu rezo por você,
rezo por eles.
e a credite se quiser,
ninguém se foi.
que na tenha mais o que chorar
que isso fora o ápice da tristeza.
o cumulo da violência
e bem em seu coração.
eu queria que você tivesse me escutado,
mas nunca é tarde pra reconhecer,
a verdade,
ela está ai para você
e vai cuidar de você
assim como eu quero cuidar de você.
sabe, a vida é assim,
mas só essa vida é assim,
o que vai te acalmar o peito
será o que você vai descobrir
mas só quando eu te contar, e você
abrir o coração, para escutar
com a verdade, e então
você poderá se acalmar.
escute aqui, ou leia apenas
eu posso ser uma das fechaduras -
sendo você a chave -
para você voltar a ser feliz,
nao a mim, é claro
mas te mostrar que isso nao acabou.
e colocar, então, um sorriso no seu rosto
e um lenso em seu peito;
menino jamais perca seu sorriso
jamais perca a cabeça
que por mais que tudo seja
sempre será por alguma razão.
e eu rezo por você,
rezo por eles.
e a credite se quiser,
ninguém se foi.
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sábado, 10 de setembro de 2011
milow you dont know
As vezes eu olho fotos,
e não me reconheço, porém
vejo o que quero ver,
e o fato mudou, o cabelo,
os gostos, as roupas
e sempre procurei isso
eu quero saber, eu quero saber
tudo o que eu puder sobre mim.
e não me reconheço, porém
vejo o que quero ver,
e o fato mudou, o cabelo,
os gostos, as roupas
e sempre procurei isso
eu quero saber, eu quero saber
tudo o que eu puder sobre mim.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
gostava
eu gostava de me apaixonar,
gostava daquela dorzinha no peito,
insuportável.
mas insuportável também,
é não senti-la.
eu gostava de me apaixonar,
do peito prensado por um peso, e
o ar passando em cócegas.
eu gostava de escutar ben harper,
eu gostava de criar estórias,
histórias.
B.B.I h.T
gostava daquela dorzinha no peito,
insuportável.
mas insuportável também,
é não senti-la.
eu gostava de me apaixonar,
do peito prensado por um peso, e
o ar passando em cócegas.
eu gostava de escutar ben harper,
eu gostava de criar estórias,
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B.B.I h.T
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
lances deixados para trás
eu nem lembro mais,
dos nossos lances, e
romances.
deixado para trás.
eu me esqueci completamente,
e não consigo mesmo lembrar,
dos nossos lances, e
romances,
dos passados anos, que
eu ainda era aquilo, que
todos queriam que eu fosse.
eu nem lembro mais,
dos nossos lances, e
romances.
r.t
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Hunf
As vezes eu sorrio, sorrio tanto, que dói, minha mandíbula dói.
Depois eu paro de sorrir, e vejo nas fotos que foram tiradas...
E penso, sorriso de verdade, mas sinto, Mentira.
E me perco nas coisas...
Me confundo nos sentimentos, e no narcisismo.
E dói cada vez mais, o sorriso.
Dói cada vez mais a felicidade.
E as lembranças vão sumindo e sumindo.
Não porque eu quero, mas porque talvez eu nao mereça lembra-las.
Depois eu paro de sorrir, e vejo nas fotos que foram tiradas...
E penso, sorriso de verdade, mas sinto, Mentira.
E me perco nas coisas...
Me confundo nos sentimentos, e no narcisismo.
E dói cada vez mais, o sorriso.
Dói cada vez mais a felicidade.
E as lembranças vão sumindo e sumindo.
Não porque eu quero, mas porque talvez eu nao mereça lembra-las.
sábado, 16 de julho de 2011
lembranças recentes
eu lembro de fleshes de festas, que eu nem lembro de ter ido
eu lembro de lugares, de fatos, de shots, que não acredito que fiz
eu lembro da cena, como se visse um filme, a lembrança
mas quando se entra se ve no ato.
eu lembro de fleshes de festas, que eu nem lembro de ter ido
eu lembro de lugares, de pessoas, de bebidas, de risadas...
lembro de musicas, lembro de baladas, e tudo acabou tão rápido
que fica na memoria, como se fosse um filme, assistido ontem,
aqui na televisão.
eu lembro de lugares, de fatos, de shots, que não acredito que fiz
eu lembro da cena, como se visse um filme, a lembrança
mas quando se entra se ve no ato.
eu lembro de fleshes de festas, que eu nem lembro de ter ido
eu lembro de lugares, de pessoas, de bebidas, de risadas...
lembro de musicas, lembro de baladas, e tudo acabou tão rápido
que fica na memoria, como se fosse um filme, assistido ontem,
aqui na televisão.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
limpando a alma.
eu consigo transformar,
seus sentimentos mais profundos,
e intelegiveis, em letras.
palavras, contos, e realidade.
eu consigo me expressar muito bem.
abrir meu peito, abrir o seu,
eu lhe falarei muitas realidades.
lhe ajudarei a encontrar a verdade;
seus sentimentos mais profundos,
e intelegiveis, em letras.
palavras, contos, e realidade.
eu consigo me expressar muito bem.
abrir meu peito, abrir o seu,
eu lhe falarei muitas realidades.
lhe ajudarei a encontrar a verdade;
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ERRANDO
a primeira vez a gente nunca erra,
depois dela, erramos sempre.
erramos uma vez, e entramos:
numa situação de acertos,
e mais acertos!
depois, você erra de novo.
mas erra porque não conhece,
passa pelo erro, e acerta, acerta
e acerta de novo. até..
Errar novamente. E então,
entrar em outra situação
de mudar, de situação.
Cada erro é uma mudança,
não de ato, não da cena,
mas sim do comportamento.
Mas fazemos de erros,
punições...
Fazemos de erros,
tapas...
Fazemos de erros, erros.
E o processo se inverte.
Mas não por estar errado,
mas por ser o outro lado do certo.
A final sem o errado jamis o certo,
existiria.
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
Pais e Filhos
"Eu sou uma boa filha, nao faço questão de sai todos os dias, pelo menos não para altas baladas e bebedeiras, gosto de um cinema, uns amigos um baralho, eu me contento com isso. Eu sou uma boa filha, uma aluna mediana, nao faço a lição de casa em casa, mas faço, e sempre tiro boas notas em trabalhos, mas, para centrar o trabalho com a diversão, mato aulas as vezes, mas para conversar na frente do colégio, é serio! Não sou uma filha ruim, nao gosto de beber, fumo um cigarro as vezes, só para clarear, as vezes outros cigarros, mas só para tirar minha vida do rotina, só para poder olhar para vocês e sentir a flor da pele aquilo que se esconde em minhas corridas veias... Que eu amo vocês. Apesar de tudo.. Eu sou uma boa filha"
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sábado, 4 de junho de 2011
Novo Método
Se você não deixar, o que você vai ter?
Uma filha rebelde, você sabe,
Adolescência...
Vocês adultos, não sabem mais, lidar.
Os nãos, transformam as pessoas.
Os nãos destrói a essência.
Adolescência.
A questão não é limite, e sim
O céu. A questão não é impor limites.
Mas sim, ensinar a dor que é cair.
A questão não é limite.
Limitar, é o pior que você pode fazer.
Limitar, é o método ultrapassado de ensinar.
Hoje, novo século, novas idéias, novos índigos...
O método, é ensinar a dor de cair. Deixar cair.
Ao o governo, aprender
Aos pais aprender.
Para ensinar aqueles que ainda não sentiram a dor.
Do chão duro... Mas para isso.
Vocês precisam mudar seus métodos.
Aprender a limitar o seu desejo de limitar.
Deixar-nos voar,
Deixar-nos cair,
Deixar a nós, decidir.
A final, o futuro, é meu
Dele,
Dela,
Vocês já estão em outra trajetória.
Não nos leve com vocês..
Que eu não os levo comigo!
Mesma vocês sempre estando conosco.
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