a brincadeira acabou, mas ainda tem texto para se perderem..

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Fragrância bombom

Cada cheiro cada essência,
Uma fragrância, uma permanecia.
Cada lembrança, cada toque.
Um cheiro.
Uma essência
Uma fragrância
Uma permanecia
Um toque.

São modos de lembranças.
São passados gostosos.
São bombons de antigamente.
Ou chocolates meio-amargo.
Que por pior que seja, engorda menos.
E cada vez menos.
São como bombons, bom, bons...
Muito bom, bom.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Colega, familia.

Quando familia der valor aos outros, quando familia nos ensina sinceridade, quadno a familia nos mostra a liberdade, quando a familia, ama de verdade, Quando ela entende, quando sofre com a gente. Quando familia é familia de verdade, familia nos prova o poder da sinceridade, familias. Familias tão familias, Familias colegas, colegas amigos, colega irmão - de coração. Colega pai, colega namorado -> colega pais. Sã colegas, por colegas, que gera a familia, Não familia, por familia

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Já era.

Com aquele olhar brincalhão,
O rosto nem tão belo,
O sorriso bem feito
E a voz divertida
Eu fico perdida em pensamentos interrogativos
E não consigo descobrir
Se o que eu quero, consegue entrar em acordo
Com  que eu realmente quero.

A personalidade perfeita.
E meu coração bate, sem razão
Você consegue descobrir.
É o que eu mais quero, - o que preciso.
A personalidade perfeita
Meu coração continua batendo, sem qualquer razão.
E e o que eu mais desejo é que ele pare.

Você me liga, e me fala dela.
Está em duvida se as rosas são vermelhas,
Ou se elas deveriam ser brancas.
E eu respondo sorrindo, desejando o melhor
Não quero o melhor, mas não consigo desejar o pior.

Eu estou com frio, e você me da um abraço
Mas agora será diferente.
Nossas voltas de carro, serão mais rápidas.
Não haverá mais nós, existe agora, eu e você.
Não posso mais brincar com você.
Você não pode mais brincar comigo.
Não veremos mais o sol nascer.
Não mais vou aprender, sobre sua cultura.
Eu tenho vergonha de 95.
Eu quero que o tempo pare.
Queria conseguir dormir, até isso acabar.
Mas até lá muita coisa jah passou
E meu sorriso poderá ficar apodrecido.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Weed for me.

Nada mais belo que esse som

Eu sinto,
E sorrio
Mais devo chorar
Mais quero sorrir
Então me ajude
A encontrar
O equilíbrio

Eu sei que você
Pode encontrar
Já é seu tempo

Em segredo, te conto
O que eu sinto
E você ira descobrir
A realidade; felicidade

Eu sei que você
Pode encontra-la
Já é seu tempo

Você me usa
E eu te recompenso
E enfim, encontrará
O verdadeiro talento

A felicidade, simplesmente
Agora é seu tempo.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Nigth

A  madrugada, tão muda, silenciosa.
Ruídos apenas, e duvidas.
Sempre elas.
A lua a olhar para mim
E eu a sorrir para ela
Meia lua, meio sorriso.
Satisfação, e bom humor.
E as palavras vão surgindo em minha mente
Sem eu, nem ao menos, conhece-las.
Ou sem eu, nem ao menos, conseguir
Coloca-las em sintonia com o mundo
Minhas palavras
Minhas satisfações, tudo o que mais quero
É poder fazer com que esse sorriso dure.

Hã?

Já chegou a pensar, que algo é tão errado que pode ser certo?
Ou que algo é tão grande que nao ter fim, é o fim?
Ou que o fato do redondo ser um ciclo viciante tem um fim?
Que o não é sim, que o sim é não?
Que de que de fato não existimos?
Como se fôssemos um bando de hologramas?
Como se tudo fosse em vão, porém bom.
E muito, muito realista.
Qual quer cosa, é o que quisermos.
Uma cadeira não precisa na verdade ser uma cadeira
A partir do momento em que chamo outra coisa de cadeira
Aquilo passa a ser uma cadeira?
Então pergunto, irônicamente, é claro.
Por que fazemos tantas perguntas,
Se nós no fundo sabemos, que nunca acharemos alguma resposta?
Porque lutamos contra o sistema, se
Na realidade estamos simplesmente criando outro sistema?

Ou enfim, porque perguntamos, se a resposta nos faz
Ter mais perguntas. Como o circulo.
Como um redondo.
Jamais tem um fim.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Fim do natal

jah nao é mais natal
os sorrisos se foram
os sinos calaram
e o natal mais um ano chega no fim

as ruas secam, os bonecos de neve
desseram, os trenos já sem ultilidade
nasce as flores, o sol chega, e o mundo mudo
sem canções, sem fogueiras
apenas céu lindo, estrelado...
e o canos dos passarinhos admirados

Já nao é mais natal
os sorrisos se foram
juntamento cm os sinos, que se calaram
e o natal mais um ano chega no fim

a cor verde e vermelha se apaga.
os corpos antes gordos, de chocolates
agora magros e com a boca queimada levemente
pelas frutas citricas do verão

e no fim se percebe que o inverno do tanal
acabou-se cedo. e que na realidade os flocos molhados
eram enfim, gotas passadas, de suor veronio.