a brincadeira acabou, mas ainda tem texto para se perderem..

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Inspirado pelas chuvas

"Foi ao cair a primeira gota de chuva
que percebi meu sorriso abrir...
Ao sentir o frio da noite que chegara
que tremi a primeira vez.
Quando vi alguém sorrir para mim
descobri o que era se apaixonar perdidamente

Ao sentir o suave toque da chuva em minha pele
algo estranho perturbou-me o peiro,
não saberia dizer o que é,
medo, surpresa, encanto...
simplesmente senti


Um orvalho lento caiu sobre mim,
meu corpo que antes estivera quente,
esfriou-se pelo suave vento
companheiro do orvalho.

Foi um sorriso que me fez feliz um dia.
Os dentes de alguém a mostra
dizendo-me "beije-me" claramente.
Um simples toque,
um comum momento
simplesmente apaixonado e atraente.
Foram lábios vermelhos,
dentes brancos,
e o poder do toque que fizeram
tal sentimento acordar"

Dedicatória: Allan Parizotto

Quem um dia parou para pensar no nada?

Quem realmente já viu o por do sol? Já deitou na grama e sentiu o calor tocar-lhe a pele? Sentiu os aromas distintos da vida... Ou quem um dia saboreou a mistura das cores claras ao se juntar com as cores escuras da noite?

Quem já sentiu prazer com um toque? Tremeu ao cruzar dos olhos? Temeu ao simples toque de duas mãos distintas, ou o roçar dos braços num andar descuidado?

Que um dia se apaixonou pela lua cheia? Observou-a longo tempo vendo as nuvens passarem por ela, transformando seu tom claro em um tom escuro? Ou olhou-a atentamente procurando em suas manchas abstratas algum desenho nítido...

Quem já descreveu uma cor? Um cheiro? Prestou atenção para sentir as texturas diferentes ao deu redor, e por elas distinguir sua cor. Ou ver o aroma doce de uma rosa vermelha dançar a valsa da vida ao seu redor. Algo mais suave?, menos tentador? Ver então o aroma suave de uma rosa branca nadar em seu pescoço e pulsos.

Será que alguém um dia parou para pensar no nada?
No que alguém jamais pararia para pensar?
No óbvio, no fácil...

sábado, 3 de outubro de 2009

Resposta para Tabah.

Vivo pelo sofrimento. Do valor ao sentimento que tras a felicidade Que mal tem nisso? A morte? Mais sofrimento? A vida é o que? Não deixa de ser a morte. Nós sofremos mais vivendo do que morrendo.. Já parou para pensar? Faz completo sentido... Espero que entenda.... Não procuro o sofrimento... Eu apenas dou valor aquilo que trás a felicidade. Se não fosse o sofrimento do que seria a felicidade? Ela seria algo comum, e provavelmente não seria esse não que lhe dariam... Beijoos

As cores da vida

Hoje percebo o quanto fui feliz... E o quanto vivi de raiva de odio! Os dias em que quis me suicidar e os dias em que quis sair saltitando na rua gritando "SOU FELIZ" até chegar no final do arco-iris! Talvez esse dia tenha chagado... E pelo visto o perdi. O esqueci em sonhos de duendes e aora vivo o real, a dura realidade de que o fato verdadeiro é que na verdade o arco-iris não existe... E que são masi de sete cores. Mas nosos olhos só enchergam essas tais. Essas fracas e antigas. As mais comuns e primitivas cores da vida....

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Competição de textos - Pietro x Tatiana

Pelos olhos de meu amante resisto em não suspirar.
Intesignificante a tentativa. Não suporto a dor de resistir. Fecho meus olhos e ponho-me a pensar. Suspiro mais uma vez e então me viro. Com os olhos abertos sinto um leve ar quente em meu ombro nu. Algo bom percorre minha espinha ao sentir mais uma vez sua mão na minha. Me viro para o encarar, mas nada acontece alem de sentar em minha cama e perceber que tudo não se passava de um sonho!

Seduzida, Morta e Fria.

Seduzida pelo fogo e deixada pelo gelo
vivo de prazer,
do prazer que a dor me traz,
do sentimento forte e quente
que queima minhas veias
ao sentir a sensação daquilo que me deixou.

Morta como o veneno e viva como o sangue
ando "zanzando" por ai
sem saber para onde ir,
como a morte me assegurou
bebi o frasco de agua - veneno -
e agora vivo sangrando

Alegre como o sol e fria como a noite
como se me transformasse
como se a troca dos ventos
mexesse com meu estado mental
me divido em dois eus
o da dor e o que finge alegria.

Foi como se tivesse pensando...

Foi como se tivesse ouvido sua voz. Como se tivesse sonhado com os olhos abertos. Foi estranho e novo. Foi assustador e incompreencivel. Um filme bem perto de meus olhos, negativos passando muito rapido de minha visão, como se estivesse grudado a meu passado e aos meus desejos presentes. Mas justamente nesta hora a luz do "clique" me acordou e perdi tudo que havia pensando visto ou sonhado. Era uma letra de musica que quardei apenas em minha memoria curta, e a esqueci, como esqueci de você, como esquecerei de mim, como vocês esqueceram de suas vidas. O que n os leva a morrer não é a perda da materia, é a falta da vida, o exesso de tristeza, e a solidão que todos vivemos.